Country Hopping: Nova tendência para viagens corporativas em 2026. Sua empresa está preparada para esse movimento?

O cenário das viagens corporativas está passando por uma transformação significativa. Em 2026, mais do que simplesmente se deslocar de um ponto a outro, executivos e profissionais buscam otimizar tempo, custos e experiências. Nesse contexto, o country hopping surge como uma forte tendência, redefinindo a forma como empresas planejam e executam suas viagens de negócios.

O que é Country Hopping e por que ele ganhou força?

O country hopping consiste na combinação de múltiplos países em uma única viagem corporativa, de maneira estratégica, planejada e eficiente. A proposta vai além do turismo tradicional: trata-se de aproveitar deslocamentos internacionais para atender agendas diversas (reuniões, eventos, visitas a filiais, fornecedores ou parceiros) em diferentes países, reduzindo viagens repetidas e maximizando o retorno sobre o investimento.

Essa modalidade vem crescendo especialmente entre profissionais mais jovens, que valorizam flexibilidade, mobilidade global e experiências multiculturais, ao mesmo tempo em que mantêm foco em produtividade e resultados.

Eficiência operacional em um cenário de custos voláteis

Apesar da retomada e do crescimento das viagens corporativas, o mercado ainda enfrenta um cenário de custos volátil, com variações em passagens aéreas, hospedagem, câmbio e serviços locais. Nesse contexto, o country hopping se mostra uma alternativa inteligente, pois permite:

  • Redução de custos com múltiplas viagens isoladas;
  • Melhor aproveitamento de deslocamentos internacionais;
  • Otimização do tempo dos colaboradores;
  • Maior previsibilidade orçamentária quando bem planejado.

No entanto, para que essa estratégia seja sustentável, é fundamental contar com processos estruturados e tecnologia adequada.

Desafios e pontos de atenção

Apesar dos benefícios, o country hopping também traz desafios que precisam ser considerados, como:

  • Complexidade logística (vistos, regras locais, fuso horário);
  • Adequação às legislações trabalhistas e fiscais de cada país;
  • Saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores;
  • Alinhamento com políticas internas de viagens e despesas.

Empresas que não estiverem preparadas podem enfrentar riscos operacionais e financeiros.

Sua empresa está pronta para o Country Hopping?

Mais do que uma tendência, o country hopping reflete uma mudança de mentalidade nas viagens corporativas: menos deslocamentos fragmentados e mais estratégias integradas. Para 2026, organizações que investirem em tecnologia, planejamento e políticas flexíveis estarão melhor posicionadas para transformar viagens em vantagem competitiva.

A pergunta que fica é: sua empresa já possui estrutura, tecnologia e governança para acompanhar esse movimento ou corre o risco de ficar para trás?

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